Moore Stephens é credenciada pelo Banco Central para exercício da atividade.

A Moore Stephens recebeu, através da firma-membro de Ribeirão Preto/SP, o credenciamento pelo Banco Central do Brasil para o exercício da atividade de auditoria cooperativa a cooperativas de crédito singulares classificadas como capital e empréstimo, clássicas e plenas, e em cooperativas centrais e confederações de crédito. A notícia foi publicada no Diário Oficial da União em 28 de março de 2017.

Essa modalidade de auditoria foi criada pelo Banco Central em dezembro de 2015, através da Resolução 4.454/2015, porém a sua execução por empresas de auditoria independente ou entidades de auditoria cooperativa dependia de um credenciamento junto ao órgão regulador.

No ano passado, portanto, o Banco Central emitiu duas circulares para esclarecer o assunto: a Circular 3.790/2016, explicando como as empresas ou entidades de auditoria deveriam pleitear o credenciamento; e a Circular 3.799/2016, esclarecendo o escopo e os relatórios da atividade. Faltava a definição das empresas que seriam credenciadas, o que foi divulgado agora, em março de 2017.

Hélio Mazzi Júnior, diretor da Moore Stephens dedicado ao segmento de cooperativas de crédito, explica que a empresa solicitou o credenciamento ao Banco Central em dezembro do ano passado, apresentando uma série de documentos comprovando a experiência e a idoneidade da firma, além do plano de metas para o exercício da atividade. “O processo foi bastante criterioso, envolvendo até entrevista com especialistas do Banco Central. A experiência no setor foi determinante. Nos últimos cinco anos, fizemos 120 trabalhos de auditoria independente para 40 cooperativas de crédito de todas as categorias”, conclui.

A auditoria independente dirigida às demonstrações financeiras já é uma prática obrigatória das cooperativas de crédito desde o seu primeiro ano de constituição; e a auditoria cooperativa no segmento é uma nova modalidade exigida pelo órgão regulador, no caso, o Banco Central. Portanto, um serviço totalmente novo que deve ser realizado apenas por empresas ou entidades de auditoria credenciadas para esse fim.

O escopo dessa atividade abrange uma série de avaliações das cooperativas de crédito, em relação à: adequação do desempenho operacional e da situação econômico-financeira; adequação e aderência das políticas institucionais; formação, capacitação e remuneração compatíveis com as atribuições e cargos; adequação dos limites operacionais e dos requerimentos de capital; regras e práticas de governança e controles internos; adequação da gestão de riscos e de capital; prevenção de lavagem de dinheiro e do financiamento do terrorismo; crédito rural e Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) aplicáveis às instituições financeiras que operam no Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR); relacionamento com clientes e usuários de produtos e serviços financeiros; entre outras atividades para o pleno cumprimento do objetivo.

Suporte de Comunicação da Moore Stephens
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